
sábado, junho 06, 2009
Os números da nossa vergonha
13.910 Crianças/ Jovens em situação de acolhimento
68% em acolhimento em Lar de Infância e Juventude, «num claro predomínio das respostas de acolhimento prolongado»
Continuam a permanecer acolhidas por períodos superiores a 1 ano
61% tem (agora) mais de 12 anos
790 têm entre 0 e 3 anos
1.229 menos de 5 anos
166 não frequentavam a escola
2.154 adolescentes entre os 15 e os 17 anos não finalizaram o 9º ano
61% entre os 10 e os 11 anos tinha, no máximo, o 1º ciclo
71% entre os 12 e os 14 anos completou, no máximo, o 2º ciclo
Fonte: Relatório da Segurança Social, referente a 2008
68% em acolhimento em Lar de Infância e Juventude, «num claro predomínio das respostas de acolhimento prolongado»
Continuam a permanecer acolhidas por períodos superiores a 1 ano
61% tem (agora) mais de 12 anos
790 têm entre 0 e 3 anos
1.229 menos de 5 anos
166 não frequentavam a escola
2.154 adolescentes entre os 15 e os 17 anos não finalizaram o 9º ano
61% entre os 10 e os 11 anos tinha, no máximo, o 1º ciclo
71% entre os 12 e os 14 anos completou, no máximo, o 2º ciclo
Fonte: Relatório da Segurança Social, referente a 2008
CNE defende antecipação da idade
O Conselho Nacional de Educação (CNE) apoia a proposta do Governo para tornar a educação pré-escolar universal, mas considera que a obrigatoriedade deve ser da oferta do Estado e não da frequência das crianças.
Ler noticia integral no Destak, de 5-06-2009.
Escolaridade até aos 18 anos abre "problema social e juvenil"
O Conselho Nacional de Educação alertou que a proposta de lei para ensino obrigatório até aos 18 anos abre "um problema social" novo, a curto prazo, "ao fazer conflituar com a idade legal de ingresso no mercado de trabalho".
Ler noticia integral no Destak, de 5-06-2009.
Uma dezena de casos de subtracção de menores

Em declarações ao JM, o juiz presidente do Tribunal de Família e Menores, Mário Silva, salienta que «o rapto internacional de crianças por um dos progenitores representa uma violação do seu direito fundamental a beneficiar de um contexto familiar estável e protector, através do contacto com ambos os pais.
Ler noticia integral no Jornal da Madeira, de 6-06-2009.
quinta-feira, junho 04, 2009
Pai teme pela segurança do filho
Ler noticia integral no Diário de Noticias da Madeira, de 4-06-2009.
D.R., de 4 de Junho de 2009
Mãe “recupera” filho oito meses depois

O caso remonta a 28 de Outubro de 2008. Um homem decide pedir à ex-companheira permissão para viajar de Londres para a Madeira com o filho de três anos, para que este pudesse ver a avó paterna que se encontrava mal de saúde. A verdade é que, desde então, a mãe do pequenito nunca mais o viu. O pai, alegadamente, foi conseguindo escapar à PSP. Pelo menos até segunda-feira, dia em que a polícia recuperou a criança e a entregou aos cuidados da avó materna. O reencontro entre mãe e filho aconteceu ontem e o JM presenciou.
Ler noticia integral no Jornal da Madeira, de 3-06-2009.
Prisão preventiva desceu oito por cento desde a reforma penal
A aplicação da prisão preventiva desceu 8,3 por cento depois da entrada em vigor das novas normas penais em 15 de Setembro de 2007.
A conclusão é do segundo relatório de monitorização desta reforma feito pelo Observatório Permanente da Justiça e que foi entregue em Dezembro do ano passado ao Ministério da Justiça.
Ler noticia integral no Público, de 4-06-2009.
Nova lei das armas entra hoje em vigor
A nova Lei das Armas, que agrava as penas para crimes com recurso a armas, entra hoje em vigor. A lei foi aprovada no Parlamento a 19 de Março com os votos favoráveis do PS, a abstenção do PSD e do CDS-PP e os votos contra do PCP, BE e “Os Verdes”.
Está igualmente previsto o agravamento das penas para os crimes com recurso a armas em um terço nos seus limites mínimos e máximos. Segundo a lei, quem vender ou ceder armas sem autorização é punido com uma pena de dois a 10 anos de prisão.
Ler noticia integral no Público, de 4-06-2009.
70% dos crimes de abuso sexual deram em condenação
A maioria das acusações de abuso sexual de crianças e adolescentes que chegaram a julgamento em 2008 resultou em condenações, segundo dados do Ministério da Justiça. Em 301 processos que foram concluídos nos tribunais registaram-se 1180 condenações, o que representa 70% das 1672 acusações julgadas por crimes sexuais sobre menores.
Ler noticia integral no Diário de Noticias, de 4-06-2009.
quarta-feira, junho 03, 2009
PS, PSD e CDS de acordo para que condenados por crimes sexuais não trabalhem com crianças

A proposta de lei do Governo que estabelece medidas de protecção contra abuso e exploração sexual de crianças reuniu hoje o consenso do PS, PSD e CDS-PP em Comissão Parlamentar, mas voltará a ser debatida na próxima semana.
O documento vem em cumprimento do artigo 5.º da Convenção do Conselho da Europa contra abuso e exploração sexual de crianças e pretende, entre outros aspectos, evitar que pessoas condenadas por crimes sexuais possam ter acesso a funções profissionais que envolvam contacto regular com crianças. Por outro lado, a proposta visa ainda aferir a idoneidade na tomada de decisões de confiança de menores.
As autoridades judiciárias que decidam sobre a adopção, tutela, curatela, acolhimento familiar, apadrinhamento civil, entrega, confiança de menores ou regulação do exercício das responsabilidades parentais podem aceder a informações sobre identificação criminal das pessoas a quem o menor possa ser confiado. A matéria foi hoje analisada na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, tendo o CDS-PP e o PSD acordado com o PS juntar as respectivas propostas ao projecto do Governo.
Os deputados dos três partidos consideraram que aumentar a protecção de crianças face a crimes de natureza sexual reunia o consenso.
Contudo, os deputados dos restantes grupos parlamentares levantaram algumas questões sobre a matéria, tendo o presidente da Comissão Parlamentar, Osvaldo de Castro, decidido adiar a discussão para terça-feira da próxima semana.
Ler noticia integral no Público, de 3-03-2009.
Cândida Almeida diz que decisões dos tribunais devem ter em conta o "afecto e o bem-estar" da criança
A procuradora-geral adjunta Cândida de Almeida defendeu hoje que as decisões dos tribunais sobre processos que envolvam menores têm de ser tomadas de "acordo com o afecto e o bem-estar da criança".
Cândida Almeida, que falava aos jornalistas à margem da conferência "Direito Penal Global", a decorrer em Lisboa, não se quis pronunciar sobre o caso concreto da menina russa Alexandra, mas salientou que, nestas decisões, "é preciso bom-senso" e ter em conta o "interesse superior da criança".
Apesar de já não tratar destes casos "há muitos anos", a directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DCIAP) lembrou que a sua actuação enquanto magistrada no início de carreira foi sempre de "decidir sobre o que é melhor para a criança, o que a faz mais feliz e em que ambiente".
"É exactamente o que uma mãe normal ou um pai normal fariam e, portanto, a decisão tem de ser de acordo com o afecto e o bem-estar da criança", sublinhou Cândida de Almeida.
Ler noticia integral no Público, de 3-06-2009.
Ler noticia integral no Público, de 3-06-2009.
Caso Alexandra: Conselho Superior da Magistratura vai averiguar declarações de juiz
Ferreira Girão explicou ainda aos jornalistas que esta averiguação irá permitir saber se o juiz utilizou uma figura prevista nos estatutos que é de prestação de esclarecimentos, situação que não exige autorização prévia do CSM, órgão de disciplina e gestão dos juízes. Do comunicado distribuído à imprensa no final da reunião por Ferreira Girão, o CSM reitera que "não tem competência para apreciar o mérito e a justeza das decisões dos tribunais", mas que aproveitou "esta ocasião para, uma vez mais, reflectir sobre a Jurisdição de Família e dos direitos da criança".
O quarto e último ponto do comunicado salienta que o CSM "deliberou continuar a programação de iniciativas, nomeadamente de análise e formação, relativas àquela jurisdição, que, também em face de interesse público manifestado, merecerão atenção prioritária.
Ler noticia integral no Público, de 2-06-2009.
Cidadã ucraniana acusa Estado de "erro grosseiro" por lhe ter retirado temporariamente uma filha

Uma cidadã ucraniana, residente na ilha Terceira, Açores, moveu uma acção cível contra o Estado português, que acusa de "erro grosseiro" e violação dos direitos da criança por lhe ter retirado temporariamente a filha "sem qualquer análise prévia".
Ler noticia integral no Público, de 3-03-2009.
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