domingo, novembro 18, 2007

Nomes de condenados por violência doméstica publicados na net


Câmara Municipal da cidade Basca de Barakaldo é a primeira em todo o país vizinho a expor na sua página oficial os nomes dos homens condenados por maltratarem as mulheres.
Numa medida inédita em toda a Espanha, a Câmara Municipal de Barakaldo vai passar a publicar na página oficial da autarquia uma lista com os nomes de todos os agressores condenados por maus-tratos, às suas mulheres, namoradas ou companheiras.
Num país onde a violência doméstica atinge números dramáticos esta medida foi particularmente bem recebida. Dulcina Pereiro, conselheira da edilidade para a área da Mulher, anunciou que a exposição com os dados dos agressores só aparecerão no site com o consentimento prévio das vítimas.
Embora a decisão municipal ainda não tenha sido posta em prática, é já certo que não terá de ser discutida em plenário, pois conta com o apoio do Partido Socialista Basco (PSE), partido que governa a câmara da cidade, e que deverá tornar esta medida uma realidade assim que achar conveniente.
Projecto em Castilha La-Mancha não foi aprovado
A última vez que algo semelhante teve lugar em Espanha corria o ano 2001, quando as cortes de Castilha-La Mancha aprovaram a Lei da Prevenção de Maus-tratos e Protecção às Mulheres Maltratadas, um projecto-lei da autoria do então presidente do governo regional, José Bono.
Contudo e embora a medida fosse ambiciosa, pois compilaria as condenações de violência doméstica, bem como os nomes completos dos seus autores, gerou um grande debate social e político.
Pouco depois os tribunais decidiram que a divulgação dessas informações entraria em conflito com a Lei da Protecção de Dados e o projecto-lei de José Bono nunca chegou a vingar.
Tudo o que o governo de Castilha La-Mancha disponibiliza neste momento aos seus munícipes é um boletim informativo, onde vêm enumeradas todas as sentenças que transitaram em julgado de casos de maus-tratos a mulheres, entre o primeiro e o último dia do ano, e sempre com a autorização prévia da vítima.
Como as sentenças judiciais são públicas não existe perigo de se estar a infringir a lei, como aconteceria se o projecto Bono tivesse sido aprovado.

30.º Aniversário Estatuto dos Magistrados Judiciais - Conclusões


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sábado, novembro 17, 2007

Cadaval: Uma em 17 crianças é vítima de maus tratos

Foto: Destak
Os casos mais frequentes são os de maus tratos físicos e psicológicos e abandono escolar», disse à agência Lusa a presidente da CPCJ do Cadaval, Vanda Laura, revelando que num universo de 1889 crianças e jovens até aos 14 anos há 110 que estão em situação de risco, num concelho com 14 mil habitantes.
Os casos mais frequentes ocorrem em crianças com 11 e 12 anos de idade, que «aparecem marcadas» quando são vítimas de maus tratos pela família e «outras vezes assistem ao pai a bater na pai a bater na progenitora», ficando psicologicamente afectados.
Os maus tratos em crianças acontecem sobretudo em famílias com problemas de alcoolismo e toxicodependência, havendo ainda «cinco ou seis casos de abuso sexual».
Os abusos são efectuados por «familiares muito próximos», sendo que a maioria é natural de outros concelhos mas reside no Cadaval «onde há rendas baixas».
A presidente da CPCJ adiantou também que «estão a aparecer casos em que os pais são toxicodependentes» e «na parte da ressaca as crianças passam a ser pais dos pais».
Três dos 110 casos estão já entregues ao Ministério público e em segredo de justiça.
Ler noticia integral em Destak, de 16-11-2007.

Canárias: rainha dos divórcios


Garante a agência de notícias de Canárias, ACN, citada pelo "El Dia", que “a nivel nacional, el año pasado se disolvieron 145.919 matrimonios, un 6,5 por ciento más que en 2005. Tras el Archipiélago, se situaron Baleares y Cataluña, mientras que las autonomías con menor tasa de rupturas fueron Extremadura, Castilla y León y Castilla-La Mancha. En 2006 se produjeron 8.617 disoluciones matrimoniales en Canarias, lo que representa un 4,31 por 1.000 habitantes, la mayor tasa de España, según la Estadística de Nulidades, Separaciones y Divorcios del Instituto Nacional de Estadística (INE). En concreto, fueron 7.637 divorcios, 969 separaciones y 11 nulidades. Tras Canarias, se situaron Baleares (3,94) y Cataluña (3,85), mientras que las comunidades autónomas con menor tasa de rupturas matrimoniales fueron Extremadura (2,23), Castilla y León (2,30) y Castilla-La Mancha (2,39)".

sexta-feira, novembro 16, 2007

Revista do CEJ | 1.º Semestre 2007 | n.º6

Centro de Estudos Judiciários
2007
280 pags.

Destaque para os artigos:
Paulo Guerra, Os novos rumos do direito da família, das crianças e dos jovens.
António Henriques Gaspar, A prática do Comité da ONU contra a tortura e protecção internacional e europeia.

Livro: DIREITO DA FAMÍLIA E DAS SUCESSÕES - Vol. I

Autor: Jorge Duarte Pinheiro
Local de Edição: Lisboa
Editor: AAFDL
Lançamento em: Novembro - 2007
314 págs.
Edição: 3.ª Edição
INTRODUÇÃO GERAL AO DIREITO DA FAMÍLIA E DAS SUCESSÕES
PARTE I - DIREITO DA FAMÍLIA
INTRODUÇÃO AO DIREITO DA FAMÍLIA
TÍTULO I – DIREITO DA FILIAÇÃO
CAPITULO I – constituição do vínculo da filiação
CAPITULO II – efeitos da filiação
CAPITULO III – extinção do vínculo de filiação
TÍTULO II – DIREITO TUTELAR
CAPITULO I – protecção de crianças e jovens em perigo
CAPITULO II – protecção de idosos
ÍNDICE

IV Encuentro Internacional Justicia y Derecho



Organização: Tribunal Supremo Popular de la Republica de Cuba, Unión Nacional de Juristas de Cuba Y la Facultad de Derecho de la Universidad de la Habana.
Palacio de las Convenciones de La Habana, Cuba.
21 al 23 de Mayo de 2008.

Advogado processa McCann

Um advogado britânico apresentou queixa contra Kate and Gerry McCann por negligência em relação aos filhos e que terá culminado com o desaparecimento de Maddie.
De acordo com a «Sky News», o advogado Anthony Bennett, de 60 anos, terá enviado seis páginas com indícios aos magistrados de Leicestershire juntamente com uma participação judicial.
O causídico alega que os McCann são culpados por negligenciar Maddie e os seus dois irmãos gémeos de dois anos, nos termos da legislação, facto que os McCann negam com veemência.
Bennett, que é também pai de dois filhos, decidiu agir após deparar com a «inacção» da polícia de Leicestershire em relação à família.
O antigo político lembra que os McCann deixaram os seus filhos sozinhos por um período significativo.
ler noticia integral em Portugal Diário, de 16-11-2007.

Madeira: Exposição - Maior colecção privada de animais exóticos a nível mundial



A exposição estará na Universidade da Madeira, no antigo espaço da Cooperativa Militar, na Rua do Castanheiro, Funchal a partir do dia 29 de Novembro, entre as 10:00h e as 20:00h.
Ao visitar a exposição estará também a contribuir com uma percentagem do valor do bilhete para a Fundação do Gil - Madeira.
Mais informações em www.uma.pt/cem/expo.insectos

Madeira: Debate entre os candidatos à Presidência do Conselho Distrital da Ordem dos Advogados da Madeira

Organização: ANJAP-Madeira.
Local: Auditório Padre Mário Casagrande, Escola Apel.
Data: 16 de Novembro, pelas 18h00.
Dr. Fernando Campos- Lista P.
Dr. Félix de Sousa- Lista Q.
As eleições para o triénio 2008/2010 são a 30 de Novembro.
Na Madeira estão inscritos 500 causídicos.

Decreto-Lei n.º 383/2007, de 16 de Novembro



Aprova o regime jurídico da concessão, emissão e utilização do passaporte diplomático português.

quinta-feira, novembro 15, 2007

Alterar lei para privilegiar as relações de afecto



Dulce Rocha quer ver consagrado na lei o "direito da criança às relações de afecto profundas" e à "continuidade dos afectos". A vice-presidente do Instituto de Apoio à Criança tem pronto um documento, que deverá ser tornado público em Dezembro, no qual reivindica uma alteração da lei de protecção de menores: "A lei já enumera uma série de situações nas quais o Estado tem legitimidade para intervir, por exemplo no caso de maus tratos, mas não está expressamente mencionado o caso de uma criança entregue a cuidados prolongados a outrem e que, um dia, é reivindicada pelos pais biológicos."
Apesar de a magistrada deixar claro que não se estava a referir concretamente ao caso de Esmeralda, mas "aos vários casos que existem mas não são conhecidos", toda a audiência que a ouviu, ontem, no Montijo, no I Fórum Abrigo "Crianças em Risco - Que Futuro?", se lembrou imediatamente do caso de Torres Vedras. "Uma criança pequena estabelece vínculos muito rapidamente, por isso temos de evitar a descontinuidade afectiva que pode causar graves danos", afirmou, acrescentando: "Não é lícito que a lei ignore os de--senvolvimentos da psicologia do de--senvolvimento e da psicologia social. Hoje sabemos que a saúde não é só o bem-estar físico e uma criança que é afastada daqueles que cuidaram dela está em perigo psicológico."
Dulce Rocha alertou ainda para o facto de muitos destes casos serem tratados como "processos de regulação do exercício do poder paternal" quando, na verdade, "não houve qualquer exercício do poder paternal". "Isto não faz sentido", disse, concluindo que, muitas vezes, em Portugal, se tem demasiada esperança na família e que, em certas situações, é preciso ter a coragem de desistir das famílias biológicas.
Uma ideia, aliás, que já tinha sido aflorada por outro dos oradores neste fórum, o juiz-conselheiro Laborinho Lúcio: "A família não é o conjunto dos progenitores da criança, isso não basta", afirmou. Nesse sentido, "a adopção não existe como alternativa à família. A adopção existe porque não há família. A família adoptiva é a única família".
Por isso, Laborinho Lúcio não hesitou em dizer: "Só as crianças adoptadas são felizes. Para bem delas, na maioria dos casos, as crianças são adoptadas pelos pais biológicos, antes ou depois de nascerem. Se não, a única coisa que fizeram foi garantir a produção biológica" e isso não basta para serem considerados pais.
Fonte: Diário de Noticias, de 15-11-2007.

quarta-feira, novembro 14, 2007

D.R., de 14 de Novembro



Decreto Legislativo Regional n.º 19/2007/M
Diário da República n.º 219, Série I de 14 de Novembro de 2007
Região Autónoma da Madeira - Assembleia Legislativa - Estabelece as regras e procedimentos de gestão dos serviços externos da Direcção Regional da Administração da Justiça

terça-feira, novembro 13, 2007

RTP Madeira: Uns e Outros



Quarta 14 de Novembro - 22:10
Duração: 90 minutos


Na Madeira ainda se vive em Segurança? É isso que vamos tentar saber esta quarta-feira.
Nos últimos meses a Madeira tem sentido um aumento da insegurança. Furtos, tentativas de assaltos, alguns recorrendo à violência e a ameaças, parecem ser uma constante.Esta quarta-feira o programa "Uns e Outros" vai analisar a realidade social madeirense no que diz respeito à Segurança.

Salário médio dos portugueses é de 840 euros


A remuneração de base média mensal dos portugueses ronda os 840 euros, mas há profissões que são extremamente bem pagas em relação às restantes.
Ler noticia integral em Agência Internacional.

Madeira: Olhar as Relações: Erradicar a Violência



28 Novembro 07 - Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres
Teatro Municipal Baltasar Dias
Programa:
09:00h Entrega de documentação
09:30h Sessão de Abertura pelo Exmº Presidente do Conselho Directivo do CSM
Inauguração da Exposição- "Quem Casa quer Casa, Que Casa Quer?"
10:00 Intervalo
10:30 "Tina- What´s Love Got To Do With It"
Filme sobre a história de vida de Tina Turner
Realizado por Brian Gibson
12:30h Intervalo
14:30h "Para Além da História: Outros Significados"
Painel:
Representante da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género
Prof. Drª Marlene Matos
Universidade do Minho
Dr. Mário Silva
Juiz de Direito do Tribunal de Familia e de Menores do Funchal
Prof. Dr. Rui Abrunhosa
Universidade do Minho
Drª Tamara Dias
Procuradora da República-adjunta da Comarca de Santa Cruz
Sub-Comissário Marco Lobato
Comandante da 1ª Esquadra de Investigação Criminal do Funchal
Moderadora: Drª Teresa Carvalho
Psicóloga do CSSM
16h45 Intervalo
17h00 Conclusões
Dr. Carlos Andrade
Director dos Serviços de Promoção de Acção Social do CSSM

Livro: Assassinos Escondidos de Robert Wilson


Clique na imagem para ampliar.

Madeira: Bernardete Vieira substitui Roque Martins



Bernardete Vieira foi ontem nomeada presidente do conselho directivo do Centro de Segurança Social da Madeira (CSSM). A nomeação da ex-vogal da equipa que era liderada até ao momento por Roque Martins, foi tornada pública, ontem à tarde, através de um comunicado da Secretaria dos Assuntos Sociais...
Ler noticia integral em Jornal da Madeira, de 13-11-2007.

Associação repudia diploma que "é inconstitucional e fere a independência do Poder Judicial e dos magistrados



A Associação Juízes pela Cidadania repudia a lei que aplica aos magistrados o regime da Administração Pública, por ser "inconstitucional" e ferir a "independência do Poder Judicial e dos magistrados do Ministério Público". Por tal motivo, aquela associação pediu uma audiência urgente do Presidente da República, a quem vai solicitar que vete a lei em causa....
Ler noticia integral em Jornal da Madeira, de 13-11-2007.

Juízes consideram lei criminal inconstitucional


A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) entregou um parecer ao Governo em que defende que a lei de organização da investigação criminal e a lei de segurança interna, já aprovadas em Conselho de Ministros, são inconstitucionais. Esta iniciativa surge depois do próprio Governo - Ministério da Justiça e Ministério da Administração Interna - ter pedido ao órgão presidido por António Francisco Martins uma opinião formal sobre estas duas leis. Continua assim o braço-de-ferro que a ASJP insiste em manter com o Governo, depois de já ser o terceiro diploma a ser abertamente criticado por António Martins.

Ler noticia integral em Diário de Noticias, de 13-11-2007.

Ministério da Justiça adquire viaturas de luxo

Foto: DN.

Em época de contenção orçamental, e com a administração pública sujeita a restrições na aquisição de viaturas novas, por indicação do Decreto de Execução Orçamental para 2007, o ministro da Justiça acaba de comprar cinco automóveis topo de gama. O negócio, sem incluir o imposto automóvel (IA), de que as instituições públicas estão isentas, rondou um valor global de quase 176 mil euros (35 mil contos) e foi por ajuste directo, sem recurso a concurso público, e sem autorização do Ministério das Finanças. Poderá estar em causa a violação da lei.
Neste panorama de carência, um dos contemplados com um novo carro de alta cilindrada foi o presidente do IGFIEJ, com um Audi Limousine 2.0TDI, de 140 cavalos. Esta viatura, sem o IA, custou ao Estado 38 615,46 euros, com 2831 euros de equipamento opcional, nomeadamente caixa de 6 CD, computador de bordo a cores, sistema de navegação plus, sistema de ajuda ao parqueamento, alarme e pintura metalizada. Antes, João Manuel Pisco de Castro tinha ao seu dispor um outro Audi A6, com motorista de serviço, e um Peugeot 404, que conduzia pessoalmente. Estas viaturas tinham sido adquiridas em 2003. Mas também quatro Volkswagen Passat Limousine 2.0TDI - 34 257,40 cada -, foram para o Ministério: um para o gabinete de Alberto Costa, outro para o secretário de Estado João Tiago Silveira, outro para Conde Rodrigues, e o último para a secretaria geral.
Ler noticia integral em Diário de Noticias, de 13-11-2007.
Comentário: Palavras para quê? Está tudo à vista.

segunda-feira, novembro 12, 2007

Filme "A Corrupção"



Ontem, lá arranjei um tempo e fui ao cinema, perto da minha casa ver o filme do momento- A Corrupção-.

Francamente, desiludiu-me um pouco do ponto de vista da qualidade técnica. Dos actores apenas sobressaí a Margarida Vila-Nova, cuja representação se aproxima bastante daquilo que nós pensamos que é a Catarina Salgado.

Não obstante, ficamos com a sensação de que alguns partes do filme correspondem à realidade. Preocupante.

Mais informação clique aqui.

Famílias de acolhimento vão receber mais 9 euros

As 2.698 famílias de acolhimento registadas em Portugal vão receber mensalmente mais nove euros por cada criança que acolhem, segundo uma portaria publicada hoje em Diário da República e que tem efeitos retroactivos a 1 de Janeiro.
As famílias de acolhimento, que antes recebiam 163,14 euros por mês de subsídio de retribuição pelo acolhimento de cada criança, vão passar a receber 168,20.
Ao valor do subsídio de retribuição soma-se o subsídio de manutenção. Uma família de acolhimento que cuide de uma criança sem problemas, que recebia antes 141,47 euros, vai ganhar agora 145,86 euros mensalmente.
No entanto, quando se tratar do acolhimento de uma criança com deficiência, vai ser atribuído à família um subsídio de manutenção duplicado, de 336,40 euros por mês, superior em dez euros ao anterior subsídio de 326,28 euros.
A diferença do valor do subsídio será paga, com retroactivos a 1 de Janeiro do ano corrente, a partir de hoje.
Ler noticia integral em Portugal Diário, de 12-11-2007.

domingo, novembro 11, 2007

A´"Última Aula" do Prof. Figueiredo Dias



"Última Aula" do Senhor Prof. Doutor Jorge de Figueiredo Dias
21 de Novembro - 12 horas «ver».
Comentário: Mais um professor de quem fui aluno a jubilar-se.

sábado, novembro 10, 2007

Violência nas escolas atinge os mais novos


Fonte da imagem: www.fapepi.pi.gov.br
Os alunos mais novos são os que mais se envolvem em situações de vitimação e agressão nas escolas, segundo um estudo feito em estabelecimentos do 2º e 3º ciclos de Coimbra, apresentado hoje num colóquio, segundo noticia a Lusa.
O estudo, realizado pela professora da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC) Sílvia Parreiral, abrangeu uma amostra de 1735 alunos, com idades compreendidas entre os 10 e os 19 anos.
«São os alunos mais jovens os que mais se envolvem nas situações de vitimação e agressão, que, muitas vezes, passam despercebidas aos adultos», disse a docente, ao intervir no colóquio «Violência e Escola - Sinalização, Intervenção e Prevenção».
Segundo Sílvia Parreiral, professora de Psicologia e Ciências da Educação na ESEC, «o recreio é o lugar mais comum para as agressões», que também se podem verificar na sala de aula ou nos balneários.
Ler noticia integral em Portugal Diário, de 10-11-2007.

Crime continuado- artigo de Rui Rangel, Juiz


Reza o artigo 30.º, n.º 2 do Código Penal de 2007, que “constitui um só crime continuado a realização plúrima do mesmo tipo de crime ou de vários tipos de crime que fundamentalmente protejam o mesmo bem jurídico, executada por forma essencialmente homogénea e no quadro da solicitação de uma mesma situação exterior que diminua consideravelmente a culpa do agente”. Esta noção de crime continuado já fazia parte dos Códigos de 1982 e 1995. Aqui o legislador da Unidade de Missão não trouxe nada de novo, nem copiou o regime jurídico alemão, de forma cega e automática, como sucedeu com outras normas, alteradas sem a preocupação de harmonização global do sistema.

O mesmo não pode dizer-se do n.º 3 do citado artigo, onde consta: “O disposto no número anterior não abrange os crimes praticados contra bens eminentemente pessoais, salvo tratando-se da mesma vítima.”

Ou seja, pela primeira vez, se consagra, em texto de lei, a aplicação do crime continuado aos crimes contra bens que só podem ser atingidos ou ofendidos na pessoa do seu titular, tratando-se da mesma vítima e desde que verificados os requisitos enunciados no artigo 30.º do Código Penal, a saber: as diversas acções criminosas devem traduzir-se num procedimento executado por forma essencialmente homogénea e no quadro da solicitação de uma mesma situação exterior que diminua consideravelmente a culpa do agente.

Ler artigo integral em Correio da Manhã, de 4-11-2007.

ABUSOS EM CASA SÃO 60 POR CENTO

Fonte: www.plenarinho.gov.br
A maioria dos abusos sexuais de crianças acontece dentro de casa do abusador ou da vítima. Segundo dados da Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV), 60 por cento dos crimes acontece nestas circunstâncias, pelo que nem sempre manter os menores em casa e afastados de estranhos é a melhor forma de os proteger. Aliás, segundo a AMCV, entre 75 e 85 por cento dos abusadores são membros da família da criança, seus amigos ou conhecidos.
A associação alerta ainda que o abuso sexual de crianças não é um acontecimento relativamente raro, como comumente poderá pensar-se. Na verdade, é três vezes mais frequente que os maus tratos físicos. Segundo as estatísticas, que os especialistas consideram estar subestimadas – porque entre 50 e 80 por cento das vítimas não apresentam queixa às autoridades policiais –, 25 por cento das mulheres foram abusadas na infância.
A AMCV alerta também que este tipo de crime desenvolve-se gradualmente no tempo, tornando-se cada vez mais violento: 31 por cento dos abusos envolvem ameaças verbais e 46 por cento violência física e são um exercício de poder e controlo do agressor.
Ler noticia integral em Correio da Manhã, de 10-11-2007.

sexta-feira, novembro 09, 2007

Rome I & Rome II - Law Applicable to Contractual and Non-Contractual


12-13 November 2007

SANA Lisboa Hotel

Sala Alfama Av. Fontes Pereira de Melo, n° 81069-310 Lisbon

Languages: English, Portuguese, German

The future Rome I Regulation aims to complete the harmonisation of the rules of private international law relating to contractual obligations, such as those arising from consumer and employment contracts. The Rome II Regulation has been recently published and will enter into force in January 2009. Its intention is to create a set of rules to determine which law is applicable to non-contractual obligations, for example in international road traffic accidents.

The conference will give an analysis of the future Rome I Regulation and of the Rome II Regulation, highlighting aspects such as the principle of choice of law and the applicable law in the absence of choice in the case of Rome I, and product liability, unfair competition and the infringement of intellectual property rights in the case of Rome II. It will also provide a forum for debate between legal practitioners, especially judges and private practitioners, experts in Member States’ ministries and EU legislators.

The opening speech will be delivered by Portuguese State Secretary João Tiago da Silveira. Among the other conference speakers will be academic experts on European private law from all involved EU Presidency countries and representatives of the European Commission Legal Service, the Portuguese Constitutional Court and the German Ministry of Justice.

Click here for the conference programme with a list of all speakers.

CSI Madeira

Morreu mais uma criança na Madeira. Presumivelmente uma mãe perturbada foi a autora desse hediondo crime. Com as circunstancias ainda por apurar, os indícios que nos dão conhecimento os órgãos de comunicação social, fazem-nos questionar a responsabilidade e responsabilização daqueles que devendo salvaguardar o interesse dos mais desprotegidos (as crianças) falham nessa tarefa. O porquê e o como ... [mais] .
Fonte: Tribuna da Madeira, de 9-11-2007.
Comentário:
Este artigo de opinião é mais um exemplo de articulista que de forma trivial e ligeira se põe a fazer análises de um caso que claramente não conhece nem tem conhecimentos para tal. Para além de continuar a ignorar o que é o segredo de justiça, nem sequer leu os outros jornais para saber como é que as visitas estavam a desenrolar-se.
Já agora, o massacre que infelizmente ocorreu há poucos dias numa escola da Finlândia é culpa de quem? Do director da escola, do ministro da educação, dos tribunais ou da sociedade? Será que a culpa dos crimes não é dos seus autores?
Santa ignorância.
Uma nota final: o articulista é ao que parece sindicalista e membro de um partido politico.

DR, 9 de Novembro

Rectifica a Declaração de Rectificação n.º 100-A/2007, de 26 de Outubro, que rectifica a Lei n.º 48/2007, de 29 de Agosto, que procede à 15.ª alteração e republica o Código de Processo Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 78/87, de 17 de Fevereiro.
Altera a composição das juntas médicas e das comissões de verificação no âmbito da segurança social e uniformiza os procedimentos de verificação de incapacidades no âmbito da Caixa Geral de Aposentações e da segurança social, alterando os Decretos-Leis n.os 498/72, de 9 de Dezembro, e 360/97, de 17 de Dezembro, e o Decreto Regulamentar n.º 41/90, de 29 de Novembro.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Brasil: Da guarda compartilhada- artigo de Felícia Ayako Harada


D.R., de 8 de Novembro



Portaria n.º 1446/2007
Fixa os procedimentos de renovação da prova de recursos dos titulares do complemento solidário para idosos
Decreto Regulamentar Regional n.º 7/2007/M Região Autónoma da Madeira -
Aprova a orgânica da Secretaria Regional dos Assuntos Socia

I Curso de Pós-graduação em Desporto e Direito



O Departamento de Educação Física e Desporto da Universidade da Madeira, em parceria com o Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira, irá realizar o I Curso de Pós-graduação em Desporto e Direito, entre Janeiro e Setembro de 2008.
O período de candidatura decorre entre 8 a 22 de Novembro de 2007.
Para mais informações consulte o folheto anexo.

3º Curso Breve de Pós-Graduação em Consentimento Informado



Organização: Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito de Coimbra

Coordenação: Prof. Doutor Guilherme de Oliveira

Duração: 15 horas (Novembro / Dezembro) Horário: Sábados, das 10h30 às 13h00 e das 14h30 às 17h00

Local: Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra

Vagas: 50 vagas (25 juristas, 25 não juristas)

Inscrição: Por ordem de chegada, até 9 de Novembro de 2007

quarta-feira, novembro 07, 2007

Os tribunais madeirenses dispensam o policiamento a tempo inteiro



O advogado José Prada (pai) já anda pelos tribunais da Madeira desde 1964 e nunca sentiu que o policiamento fosse necessário, em nome da segurança. Por isso, quando o gabinete do Ministro da Justiça anuncia que os tribunais vão passar a ter policiamento e sistemas de videovigilância, o advogado desta praça acha que quem nos governa está a passar ao lado daquilo que é verdadeiramente mais importante para os tribunais da Madeira: mais funcionários judiciais e novas instalações para as 'casas' da justiça implantadas em comarcas ditas rurais.
Há tribunais e tribunais. Uns de maior risco e outros nem por isso. O Secretário de Estado adjunto do Ministro da Justiça, José Conde Rodrigues, anunciou o reforço do policiamento para os tribunais de maior risco e a instalação de mais sistemas de videovigilância e alarme. O próprio Ministro Alberto Costa já formou um grupo de trabalho para apresentar, dentro de três meses, uma "carta de risco" dos perigos dos vários tribunais do País. Na Madeira, nenhum tribunal tem policiamento interior e exterior. A Vara Mista conta com o serviço de uma empresa de segurança privada, paga pelo condomínio do prédio, para todo o edifício. Só o Tribunal Judicial do Funchal acabou de instalar um detector de metais cuja operacionalidade ainda não está a cem por cento.
Juízes não se queixam
Segundo apurou junto de vários profissionais ligados à justiça, o policiamento dos tribunais não tem razão de ser na Madeira, terra ainda de brandos costumes. Mas há tribunais mais susceptíveis que outros em termos de conflitualidades. Por exemplo, a Vara Mista, que tem na sua alçada os processos mais graves, ainda se poderá colocar a questão da segurança. Mas o seu juiz-presidente, Paulo Barreto, não acha necessário o policiamento com uma periodicidade diária. Pontualmente, quando necessário, admite que o solicita à PSP e a questão fica resolvida. Importante seria um detector de metais. De resto, Paulo Barreto confessa que nunca se sentiu ameaçado. O Tribunal de Família e Menores do Funchal é normalmente um espaço de grande tensão e conflitualidade. As instalações são pequenas e por elas circula uma multidão com litígios familiares complexos. O juiz-presidente Mário Silva revela que já aconteceu ter de pedir a intervenção da PSP para pôr fim a brigas entre cônjuges face a decisões do Tribunal. Embora não veja como uma medida prioritária, o juiz acha preferível o policiamento. Mas também admite que nunca sentiu que a sua segurança estivesse em causa.
Melhores instalações
O juiz Sílvio Sousa também considera que o policiamento não é importante para os tribunais da Região. Aliás, só o admite em determinadas ocasiões, por exemplo nos julgamentos em que estão implicados arguidos presos. Mais importante do que isso, destaca a necessidade de o Ministério da Justiça criar novos tribunais para as comarcas de Santa Cruz e São Vicente, com instalações degradadas e insuficientes.
O juiz Paulo Pereira Gouveia, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal, nunca sentiu falta de segurança. Acha boa ideia o policiamento e/ou videovigilância nos edifícios judiciários grandes ou com jurisdição penal".
Funcionários querem 'trancas à porta'
Diferente opinião tem o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais da Madeira. Danilo Pereira acha que o policiamento dos tribunais "é uma necessidade", particularmente naqueles que oferecem "maiores riscos." São os casos do Tribunal Judicial da Comarca do Funchal, de Família e Menores e Santa Cruz. Mas também salienta que se esbarra sempre na falta de verbas do Ministério da Justiça. Por isso, acha que as medidas anunciadas pela tutela "só pecam por tardias".
Quanto à opinião generalizada de que não se trata de uma prioridade, Danilo Pereira comenta: "Até um dia...". Há 20 anos, explica, talvez não fosse necessária segurança nos tribunais da Madeira, mas lembra que os recentes assaltos - a ourivesarias e não só - dão que pensar.

terça-feira, novembro 06, 2007

DR, de 6 de Novembro



Lei n.º 63/2007
Aprova a orgânica da Guarda Nacional Republicana.
Lei n.º 64/2007
Primeira alteração à Lei n.º 1/99, de 13 de Janeiro, que aprovou o Estatuto do Jornalista.
Resolução do Conselho de Ministros n.º 172/2007
Aprova medidas de descongestionamento dos tribunais judiciais.

Declaração de Rectificação n.º 104/2007
Rectifica o Decreto-Lei n.º 316/2007, de 7 de Agosto, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, que procede à quinta alteração ao Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, que estabelece o regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 181, de 19 de Setembro de 2007 .

Decreto-Lei n.º 370/2007
Regula os actos e procedimentos aplicáveis ao acesso e saída de navios e embarcações de portos nacionais.

Lei n.º 371/2007
Primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, estabelecendo a obrigatoriedade de disponibilização do livro de reclamações em todos os estabelecimentos onde se forneçam bens e se prestem serviços aos consumidores.

O Tribunal de Família e Menores do Funchal funciona sem psicólogos e psiquiatras. À espera dos exames externos, os processos só podem demorar



O Tribunal de Família e Menores do Funchal (TFMF) não tem um quadro de psicólogos e psiquiatras, nem sequer em regime de avença, para dar resposta aos exames da especialidade em tempo considerado aceitável. Há exames que demoram um ano a serem feitos, o que atrasa os processos. Um alerta feito ao DIÁRIO pelo juiz-presidente do TFMF, Mário da Silva.
Os madeirenses foram surpreendidos, este fim-de-semana, com a notícia de que uma mãe terá alegadamente matado a filha com um produto tóxico, tendo também tentado suicidar-se pela mesma via. Muito se especula sobre o caso que está agora em segredo de justiça. Mas, entre várias considerações, comenta-se que os distúrbios de ordem mental da progenitora terão também contribuído para o crime. Os profissionais da justiça não andam a reboque de especulações nem falam de processos em concreto. Mas uma coisa é certa: ninguém espere encontrar no tribunal, ao lado do juiz, um psicólogo ou um psiquiatra para acompanhar os processos de regulação do poder paternal dos menores ou sequer orientar os juízes e pais nas inúmeras diligências que são feitas.
Neste momento, a justiça solicita a avaliação psiquiátrica ou psicológica a entidades externas (centros de saúde, Instituto de Medicina Legal e hospital) que levam largos meses a apresentar relatório, facto que atrasa os processos.
O juiz Mário da Silva defende a criação, nos tribunais, de equipas de assessores para a realização rápida dos exames e acompanhamento das partes envolvidas nos processos e respectivas decisões.
À espera da Segurança Social
Mário da Silva explica que já sugeriu, há alguns meses, ao presidente do Centro de Segurança Social da Madeira a possibilidade de vir a ser estabelecido um protocolo no sentido de o departamento de psicologia e de psiquiatria poder disponibilizar técnicos para prestar apoio especializado, aliás como acontece no Tribunal de Família e Menores de Lisboa, com uma experiência-piloto. Um pedido que, até agora, continua sem resposta.
Além do mais, as limitadíssimas instalações do TFMF, à Rua da Conceição, nem margem têm para a desejada ampliação de espaço.
Mas há ainda outras incongruências. Diz o juiz: "Acho estranho que as comissões de protecção de menores trabalhem com psicólogos e não tenham juristas e, do lado dos tribunais, haja os juristas e não os psicólogos." Um desajustamento evidente. Compete, porém, ao poder político acertar as agulhas. Na Região, como há competências partilhadas entre os Governos Regional e da República, a resolução do problema não parece estar facilitada.
Como qualquer outro cidadão, o juiz-presidente Mário da Silva diz lamentar a tragédia deste fim-desemana e, sem entrar em dados concretos do processo, sublinha que "o ocorrido nada tem a ver com qualquer decisão tomada pelo Tribunal no sentido da protecção do menor".
Ao que o DIÁRIO apurou, a retirada da menor à mãe Ana Cristina, aconteceu há cerca de duas semanas, tendo a criança sido confiada à instituição de acolhimento - Fundação Zino. É prática do Tribunal continuar a acompanhar a execução das medidas e, de seis em seis meses, rever as decisões, graças também aos rela-tórios das Equipas Multidisciplinares de Apoio da Segurança Social.
Falta de apoios efectivos?
No caso do homicídio de sexta-feira, o advogado que representou a mãe da menor no processo de regulação paternal lamenta que as autoridades oficiais não prestem apoio efectivo - monetário e não só - para que a mãe pudesse manter a menor à sua guarda e reabilitar-se. Afirma mesmo que há sim boa vontade nos vários departamentos, mas os apoios materiais são muito reduzidos, podendo eventualmente levar a situações de desespero que culminam em tragédia.
Novamente sem entrar neste caso, o juiz Mário da Silva tem outra visão do problema: "Os meios existem e há uma grande vontade em ajudar, mas é preciso que as pessoas adiram." Inclusive, acrescenta, "há casos de perturbação mental em que as próprias pessoas recusam o tratamento." Portanto, o que se verifica é que "há pessoas a aproveitar os apoios, mas há outras que não conseguem superar os vícios". Além disso, há também casos "de reabilitações temporárias", com recaídas. Em todo este universo, "procura-se acautelar o bem superior da criança".
Mário da Silva também recorda que "há pais a viver num estado de dependência total dos apoios estatais. Por isso mesmo, dizem que não estão para trabalhar".
Nada justifica o crime.
É certo que os apoios são sempre considerados insuficientes. Mas, no homicídio deste fim-de-semana, lembra o juiz que a questão central é "um crime", e não há nada que o possa justificar.
Também o Centro de Segurança Social da Madeira deixa claro que nenhuma criança é retirada aos pais por falta de dinheiro. Bernardete Vieira fala em apoios monetários e psicossociais. No primeiro caso, os apoios não são lineares e variam consoante as problemáticas e necessidades diagnosticadas nas famílias. Por isso mesmo, não fala em valores.
O apoio psicossocial é diversificado (desde a criação de condições de alimentação a formação e promoção de competências). Também a intervenção da Segurança Social não termina com o afastamento da criança dos pais. Relativamente aos prazos, no âmbito dos processos de promoção e protecção, as respectivas medidas têm a duração estabelecida no acordo ou decisão judicial.
Quanto ao processo em concreto, sabe-se que a Segurança Social prestou apoio aos pais e à menor que morreu. Mas Bernardete Vieira não fornece qualquer informação sobre o assunto. A administradora lembra que o processo está em segredo de justiça e, por isso, opta pelo silêncio.
Ler noticia integral em Diário de Noticias da Madeira, de 6-11-2007

segunda-feira, novembro 05, 2007

QUINTAS-FEIRAS DE DIREITO NA ALMEDINA


Auditório da Ordem dos Advogados, Secção Regional de Coimbra - 8 de Novembro, 21:00.

Debate com os Candidatos a Bastonário da Ordem dos Advogados
António Garcia Pereira
António Marinho Pinto
Luís Menezes Leitão
Magalhães e Silva
Até Junho, na primeira Quinta-feira de cada mês, tem lugar o ciclo dedicado a temas de Direito.
Organização: Conselho Distrital da Ordem dos Advogados (Coimbra), Ideias Concertadas e Almedina.

DR, de 5 de Novembro



Decreto-Lei n.º 368/2007
Ministério da Administração Interna
Define o regime especial de concessão de autorização de residência a vítimas de tráfico de pessoas a que se referem os n.os 4 e 5 do artigo 109.º e o n.º 2 do artigo 111.º da Lei n.º 23/2007, de 4 de Julho.
Decreto Regulamentar n.º 84/2007
Ministério da Administração Interna
Regulamenta a Lei n.º 23/2007, de 4 de Julho, que aprova o regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de cidadãos estrangeiros de território nacional.

D.R., de 2 de Novembro


Ministério das Finanças e da Administração Pública
Primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, que estabelece o regime jurídico do acesso e do exercício da actividade de mediação de seguros ou de resseguros.

Ministério das Finanças e da Administração Pública
Reformula os procedimentos relativos à intervenção das autoridades aduaneiras em relação a mercadorias suspeitas de violarem certos direitos de propriedade intelectual, dando execução ao Regulamento (CE) n.º 1383/2003, do Conselho, de 22 de Julho, e procede à segunda alteração ao Código da Propriedade Industrial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 36/2003, de 5 de Março.
Ministério das Finanças e da Administração Pública
Introduz alterações ao Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, dando execução à autorização legislativa constante do artigo 50.º da Lei n.º 53-A/2006, de 29 de Dezembro, e aperfeiçoando obrigações acessórias de carácter declarativo conexas com o processo de pré-preenchimento das declarações periódicas de rendimentos.

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
Estabelece o quadro do financiamento do sistema de segurança social.

Ministério da Saúde
Regula as condições e os requisitos da dispensa de medicamentos ao domicílio e através da Internet.

Ministério da Saúde
Define a forma de cumprimento das obrigações legalmente previstas de comunicação entre as farmácias e o INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I. P. (INFARMED, I. P.).
Ministério da Saúde
Define os serviços farmacêuticos que podem ser prestados pelas farmácias.

Ministério da Saúde
Fixa os procedimentos de licenciamento e de atribuição de álvara a novas farmácias e às que resultam de transformação de postos farmacêuticos permanentes, bem como da transferência da localização das farmácias

1º Seminário Infância, Cidadania e Jornalismo


Fundação Calouste Gulbenkian, 5 e 6 de Novembro de 2007

Principal espaço de visibilidade nas sociedades modernas, os meios de comunicação social influenciam o debate público sobre crianças e jovens e, consequentemente, a implementação de políticas para os beneficiar e de leis para os proteger. Por isso, o Projecto de Investigação Crianças e Jovens em Notícia, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e desenvolvido pelo Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ) e pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC), promove o I Seminário Infância, Cidadania e Jornalismo – Quando crianças e jovens são notícia, com o apoio da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco.
A partir da análise de mais de seis mil itens noticiosos de jornais impressos portugueses, o objectivo é promover o diálogo entre jornalistas, investigadores e organismos da área da infância, incentivando um tratamento jornalístico mais aprofundado das problemáticas infanto-juvenis, que respeite a Convenção sobre os Direitos da Criança.

Maus tratos dominam notícias



Um estudo que vai ser divulgado hoje dá conta de que os maus tratos, a violência sexual, a delinquência e a educação dominam as notícias sobre crianças divulgadas pela comunicação social portuguesa. Este estudo foi conduzido por Cristina Ponte e serão apresentados no I Seminário Infância, Cidadania e Jornalismo...
Ler a noticia integral em Jornal da Madeira, de 5-11-2007.

Emanuel Alves põe em causa exames psicológicos na Região


O psicólogo Emanuel Alves não põe em causa o processo de visita dos familiares às crianças, mas sim a forma como estas famílias são separadas e como lhes é transmitida essa situação. «Penso que todas as instituições e famílias de acolhimento tentam fazer o melhor possível. Provavelmente, há é que repensar a forma como estas crianças são retiradas do seio familiar. Vou dar-lhe um exemplo, que nem sei se é o caso. Muitas vezes, os miúdos são dados para adopção mas, depois, ao mesmo tempo, permite-se aos pais que os possam ver. Isto é completamente ridículo, pois cria uma ideia pré-concebida à mãe de que vai perder a filha».
Por outro lado, aponta para a eventualidade de, em todo este processo, «haver aqui gente que elaborou relatórios, quer sociais, quer psicológicos, dos quais deve constar uma análise a esta mãe. E se ela apresentava alguma perigosidade, a questão põe-se: foi ou não mencionado no relatório a situação? Para esta filha ser retirada, houve — suponho eu — exames psicológicos a esta mãe», alerta.
Mas, esta questão levanta outras dúvidas ao psicólogo, nomeadamente, sobre a experiência de quem faz os relatórios. «Neste momento, esta situação levanta-me, seriamente, muitas questões. Porque, antes havia alguma experiência. Agora, há situações na saúde mental, porventura, menos cuidadas».
Neste âmbito, Emanuel Alves lamenta mesmo o facto de, neste momento, recorrer-se a recém-licenciados para fazer exames e trabalho para as Comissões de Menores. «Se você acaba um curso e lhe pedem para tomar uma decisão destas, obviamente vai “meter água” porque não sabe ver estas coisas. Acho que estão a ser feitos exames psicológicos que, porventura, merecem mais cuidado e muitas outras situações na área da saúde mental. Senão, obrigatoriamente, teremos mais situações destas».Emanuel Alves considera ainda que o Estado também não pode lavar as mãos de situações destas e alerta para outras questões. «Há que perceber a importância do trabalho destas Comissões — que não são infalíveis — mas também a responsabilidade que tem de haver nas mesmas. É certo que ninguém conseguia adivinhar o que a mãe ia fazer no futuro. Agora, também não sei se ela tinha, ou não, “historial”. Neste caso, as instituições são guardas, mas quem sabe é quem manda. O que eu quero acreditar é que é preciso haver mais experiência e mais cuidado. E o que se está a passar na saúde mental é o reflexo de tudo isto», diz.
Emanuel Alves conclui com um outro alerta: é que a questão social não pode constituir o único argumento de peso para retirar menores do seio das famílias. «Independentemente da análise social, em muitos dos casos, a fé e ensinamento de princípio cristão pode permitir sermos excelentes pais», lembrou.
Ler noticia integral em Jornal da Madeira, de 4-11-2007.

sexta-feira, novembro 02, 2007

Madeira: 2º Colóquio Educar, (Re) Habilitar e Integrar

Organização: Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Familia
Data: 30 de Novembro de 2007.
Local: Hotel Tivoli Ocean Park
Sala "Nautilus"
Programa:
08.30- Abertura do Secretariado
09.00- Sessão de Abertura
Presidida pelo Exmº Sr. Secretário Regional dos Assuntos Sociais, Dr. Francisco Jardim Ramos
1ª Mesa
SAÚDE
Moderador: Dr. Ricardo Alves
09.15- A Criança com Multideficiência
Dr. Rui Vasconcelos
09.35- Perturbação do Comportamento Alimentar na Infância e Adolescência
Prof. Doutora Cristina Villares de Oliveira
10.15- Debate
10.30- Pausa para café
2ª Mesa
EDUCAÇÃO
Moderador: Prof. Doutora Margarida Pocinho
11.00- A Intervenção Educativa no Autismo
Sala TEACCH
Drª Adelina Rangel
Drª Luísa Cabral
11.20- Probelmas Comportamentais e de Aprendizagem
Doutor Ivo Nunes
11.40- Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos. Que Desafios para Educação das Pessoas Portadoras de Deficiência.
Drª Maria José Camacho
12.00- Debate
3ª Mesa
(RE) HABILITAR E INTEGRAR
Moderador: Drª Délia Gomes
14:00- Tecnologias de Apoio
Dr. Joaquim Faias.
14.20- Projectos de Reabilitação do Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família
1- Sala de Snoezelen
Drª Filipa Teixeira
Dr. Diogo Mendes
2- Residência- Com Apoio Serei Autónomo
Drª Jenny Baroos
Fábio Camacho
14.50- Emprego Protegido
Dr. José Carlos González
15.10- Pausa para café
15.40- Integração da Pessoa Portadora de Deficiência no Mundo do Trabalho
Drª Vanda França
16.00- Debate
16.15- Encerramento

Tribuna da Madeira: Sexénio- artigo de opinião do Sr. Juiz Desembargador Ferreira Neto



O sexénio, palavra que o computador nem conhece, pois está sempre a dizer-me com um risco vermelho por baixo que está errada, é a limitação, ao máximo de seis anos, do tempo contínuo do exercício da função dos magistrados, em cada lugar em que são colocados. Sendo tradicional na organização judiciária portuguesa, constava, ainda depois do 25 de Abril de 1974, do art. 7º, do Estatuto dos ... [mais].
Comentário: Subscrevo na íntegra.

Tribunal dá filho ao pai




A atribuição do poder paternal já não é um acto exclusivo das mães. Os tribunais portugueses, cada vez mais, começam a colocar no mesmo patamar ambos os progenitores, valorando da mesma forma as qualidades e fraquezas de cada um.
Exemplo disso é um acórdão datado do passado dia 18 de Outubro, do Tribunal da Relação de Lisboa. Maria (nome fictício) luta há cinco anos pela custódia do filho, de nove anos, provisoriamente a viver na companhia do pai, na casa dos avós paternos.
A Relação veio mais uma vez dizer que não tinha razão. E entendeu que, sendo o progenitor a figura de “referência” daquela criança, deve a mesma manter-se no ambiente familiar que conhece. Embora reconheça que a mãe tem uma situação económica e familiar normal, é extremosa e tem boas condições para criar o filho. “Quando há que decidir a qual dos progenitores deve ser atribuída a guarda do menor, o processo de decisão começa por uma selecção negativa, isto é pela procura de aspectos a apontar frontalmente contra a atribuição da guarda a um dos pais”, lê-se no acórdão, onde se refere não haver dúvidas em afirmar de “que é o pai, associado aos avós paternos, a figura de referência do menor”.
MUITO TEMPO COM OS AVÓS
A mãe luta há cinco anos pela custódia da criança, que ficou a seu cargo após o divórcio, mas quando ainda não frequentava a escola primária passava grande parte do seu tempo em casa dos avós.
Por insistência dos mesmos, pode ler-se no acórdão, o menor ficava a dormir várias vezes na casa dos familiares paternos. Foi criando fortes ligações e estabilidade ao ponto de, hoje, se sentir perfeitamente integrado no ambiente familiar.
Dizem os juízes do Tribunal da Relação de Lisboa que estas circunstâncias não podem ser ignoradas. E que, por isso, o menor deve manter-se onde se sente bem, embora continue a ter com a mãe uma saudável relação familiar. “O tribunal tem de acautelar o interesse do menor”, concluem os juízes, afirmando que uma decisão judicial não deve ser alheia aos interesses do mesmo menor, o principal beneficiado com o exercício da regulação paternal.
A vontade do rapaz também é valorada. E este afirma que pretende manter-se na companhia do pai e dos avós, embora revele aceitação ao ambiente familiar da mãe.
Os juízes concluíram que, sendo ambos os progenitores capazes de educar a criança, a escolha deve recair sobre o pai, dado a forte relação afectiva entre ambos.
RETIRADA DA GUARDA DOS AVÓS
O Tribunal da Relação de Coimbra decidiu de forma diferente. Num caso de custódia envolvendo uma adolescente, os juízes decidiram que a menor deve ser retirada aos avós, com quem vivia, para ir morar na companhia do pai. Em causa está a morte da mãe da menor, que tinha a seu cargo a custódia da filha, sendo que aquela, por isso, vivia no seio da família materna. Com a morte da progenitora, o tribunal entendeu que a custódia passa automaticamente para o pai vivo e não abre portas a nova regulação do poder paternal.
Os avós não se conformam e têm vindo a recorrer da decisão. A menor, mesmo assim, apresenta algumas dificuldades de socialização, revelando problemas escolares e baixo rendimento. A menor garante pretender ser seu desejo ficar com os avós, o que não foi valorado. Os juízes promoveram a sua entrega ao pai, ainda que possa manter contactos regulares com a família materna.
MUDANÇA DE PARADIGMA
Vaz das Neves, juiz presidente no Tribunal da Relação de Lisboa, disse ao CM que esta decisão, ainda passível de recurso, revela uma mudança de mentalidades na própria sociedade. “Passei alguns anos nos tribunais de família e as circunstâncias antigamente eram outras. O poder paternal era normalmente atribuído às mães por serem aquelas que tinham um maior desejo de ficar com os filhos, por terem mais tempo para os criar. E também por os pais pouco reclamarem a custódia das crianças e aceitarem que estas ficavam melhor com as mães”, recorda o magistrado, que lembra as mudanças verificadas nos últimos anos: “Hoje, os pais são muito mais presentes na educação das crianças, as mães também têm profissões cada vez mais exigentes, que as colocam num plano de igualdade com os homens. É normal os tribunais acompanharem esta mudança de paradigmas da sociedade.”
Refira-se ainda que esta decisão do Tribunal da Relação de Lisboa confirma uma outra tomada pela primeira instância, mas ainda é passível de recurso.
Ler noticia integral em Correio da Manhã, de 2-11-2007.

Petição contra a discriminação

logotipo do Forum da Familia.


Junto se envia estudo que mostra os enormes ganhos que um casal obterá se se separar!
Não é necessário sequer divorciarem-se. Basta declararem que, em 31 de Dezembro, estavam na situação de "separados de facto"!
Neste estudo, calculou-se o IRS que casais com 1 a 3 filhos, rendimentos totais entre 18.000 e 48.000 EUR, e na situação de 1 e 2 titulares, pagariam no estado de casados e na situação de separados, usando o simulador do Ministério das Finanças, conforme explicado em detalhe em http://www.forumdafamilia.com/peticao/simulacao.asp.
No caso de separação, cada um fará a sua declaração em separado, obtendo o resultado total mostrado.
Os cálculos detalhados são mostrados na folha "Cálculos" e mostrados sob a forma gráfica na folha "Gráficos".
Neste estudo, considerou-se apenas os benefícios resultantes da pensão de alimentos, não se entrando em linha de conta com outras deduções, que aumentarão ainda mais o lucro resultante da separação.
Como se poderá ver, separando-se:
Muitos casais deixarão de pagar IRS, recuperando a totalidade dos valores descontados ao longo do ano;
O seu rendimento poderá aumentar em mais de 10%, num valor médio superior a 2.000 EUR, e que pode ultrapassar os 5.000 EUR.
É esta a proposta bem tentadora que o Estado, há anos, faz a todos os pais casados!
Não é este o caminho que recomendamos, razão pela qual lançámos a petição http://www.forumdafamilia.com/peticao.
Aguardamos, serenamente, o final do debate do OE 2008 para sabermos se o Estado vai, ou não, continuar a seduzir os pais casados a declararem-se como separados ou a divorciarem-se ou, pelo contrário, aceitar a nossa proposta de acabar com esta discriminação, sem qualquer impacto nas finanças públicas, fazendo com que todos os pais, independentemente do estado ou situação civil, possam deduzir metade do valor que, actualmente, é apenas reservado aos que não estão casados ou viúvos.
30 de Outubro de 2007
Pelo Fórum da família.

quinta-feira, novembro 01, 2007

DR, de 26 de Outubro

Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Justiça
Define o regime jurídico aplicável aos beneficiários extraordinários do subsistema de saúde dos Serviços Sociais do Ministério da Justiça.

DR, de 31 de Outubro



Declaração de Rectificação n.º 102/2007, D.R. n.º 210, Série I de 2007-10-31 - Assembleia da República - De ter sido rectificado a Lei n.º 59/2007, de 4 de Setembro, que procede à 23.ª alteração ao Código Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 400/82, de 23 de Setembro, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 170, de 23 de Setembro de 1982.

Maus tratos vitimam 3500 crianças por ano


Mais de 20 mil crianças morrem todos os anos nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), das quais 3500 são vítimas de maus tratos. Além dos maus tratos, os acidentes de viação, afogamento, quedas, incêndios e envenenamentos são as principais causas de morte na infância.
Portugal registou, em 2006, mais de 200 crianças vítimas de agressões físicas ou psicológicas e não integra o grupo de cinco dos 21 países-membros da OCDE (Espanha, Grécia, Itália, Irlanda e Noruega) com as mais baixas taxas de mortalidade infantil por maus tratos.
Estes são os dados do relatório do Centro de Pesquisa Innocenti do UNICEF, em Florença, ontem apresentado na reunião do grupo permanente intergovernamental "Europe de l'Enfance", no âmbito da presidência portuguesa da União Europeia (UE).
O documento revela que as taxas mais baixas de pobreza (inferiores a 5%) foram conseguidas na Escandinávia Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca.
Em nove países - todos no Norte da Europa - houve um decréscimo das taxas de pobreza infantil relativa abaixo dos 10%, enquanto Portugal, Espanha e Itália registam uma taxa acima dos 15% a par dos EUA, Reino Unido e Irlanda.
Quanto ao bem-estar educativo, a Bélgica e o Canadá lideram a tabela, enquanto quatro países do Sul europeu - Grécia, Itália, Espanha e Portugal - ocupam os quatro últimos lugares. A Noruega e a Dinamarca surgem, nesta tabela, em 18.º e 19.º lugares respectivamente.
Em 18 dos 21 países analisados, mais de 40% das crianças na Suíça, Áustria e Portugal disseram já ter sido vítimas de 'bullying' e apenas cerca de 15% na Suécia e na República Checa.
Menos de 15% afirmaram ter- -se embriagado em duas ou mais ocasiões. Na Holanda, são mais de um quarto e no Reino Unido perto de um terço. Na Grécia são 6%, e na Alemanha 16%, os adolescentes dos 11 aos 15 anos que admitem ter fumado pelo menos uma vez por semana.
Sobre o consumo de cannabis, menos de 5% dos adolescentes gregos desta faixa etária o admitem perante mais de 35% no Reino Unido, na Suíça e no Canadá.

JUSTIÇA DE ESPANHA- artigo do jornalista Sena Santos



Recomenda-se a leitura.

Clique aqui.

40% das crianças portuguesas dizem-se vítimas de 'bullying'

Fonte da imagem: home.insightbb.com

As crianças portuguesas são das que mais sofrem de acções de violência física ou psicológica, de acordo com o relatório da Unicef sobre o bem-estar infantil e juvenil nas economias mais avançadas do mundo. A par da Áustria e da República Checa , Portugal pertence ao grupo de países onde mais de 40% das crianças inquiridas afirmam terem sido vítimas de violência física, verbal ou psicológica por parte dos colegas, um tipo de agressão conhecida por bullying.
Na pobreza infantil, Portugal surge também no grupo pior colocado, com uma taxa superior a 15%. Não está, no entanto, sozinho. Também a Espanha e a Itália apresentam valores acima daquele patamar, o mesmo acontecendo com países anglófonos como os EUA, o Reino Unido e a Irlanda.
Segundo o relatório, cuja versão portuguesa foi ontem apresentada em Lisboa, mais de 20 mil crianças morrem anualmente nos países na OCDE, sendo que 3500 são vítimas de maus-tratos.
As mais baixas taxas de mortalidade infantil relacionadas com maus-tratos são registadas em Espanha, Grécia, Itália, Irlanda e Noruega. Para além dos maus-tratos, os factores que mais contribuem para a mortalidade infantil são sobretudo os acidentes de viação, o afogamento, as quedas, os incêndios e os envenenamentos.
Ler noticia integral em Diário de Noticias, de 1-11-2007.

3º Festival Internacional de Cinema do Funchal


Começa já amanhã este festival.

Teatro Municipal Baltazar Dias

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