
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Há 250 mil crianças-soldados comprometidas em conflitos

Pode registar-se como homem e mulher
Um travesti viu o seu certificado de cidadania indicando-o tanto homem como mulher, no Nepal. A decisão, sem precedentes, beneficiou Chanda Musalman, de 40 anos, noticia a BBC. O Nepal, considerado um país conservador e religioso, tem, como muitos países asiáticos, uma grande comunidade de homens que se vestem e comportam como mulheres.
Ainda não está claro como esse status legal funcionará na prática. Não se sabe, por exemplo, quais direitos Chanda terá em relação ao casamento.
Com as eleições a aproximar-se, representantes do governo estão a percorrer o país a emitir certificados de cidadania.
Um desses grupos foi à aldeia onde Chanda mora, no oeste do Nepal.
Chanda, que não se submeteu a uma cirurgia para mudar de sexo, pediu para que as autoridades removessem as palavras «masculino» e «feminino» que aparecem na categoria «sexo».
O pedido foi atendido e a palavra «ambos» foi escrita.
Ler noticia integral em Portugal Diário, de 4-02-2007.
domingo, fevereiro 04, 2007
A infância distorcida no espelho da anorexia nervosa
Ler noticia integral em Público, de 4-02-2007.
Artigo do Dr. Rui Milho: Anulabilidade do casamento civil à luz do Código Civil português
Aconselho a leitura deste artigo. Clique aqui.
Ignorados pelos pais, mas impedidos para adopção
Algarve: I Jornadas de Sociologia
Protecção de crianças exige um Ministério Público 'mais atento e eficaz'
«É preciso mais agilidade e eficácia. Dentro do sistema existente é possível ser mais ágil, basta colocar nas agendas como prioridade os interesses das crianças» , afirmou Fernando Silva. O penalista, mandatário do pedido de habeas corpus do militar Luís Gomes, preso por sequestro agravado de uma criança de cinco anos que pretende adoptar, falava no painel subordinado ao tema família, no VII congresso do Ministério Público, no Alvor, Algarve. Para Fernando Silva «é urgente a criação de protocolos de procedimentos», que permitam uma «maior e melhor articulação entre as comissão de protecção de crianças e jovens em risco e o MP». «Muitas vezes ninguém sabe o que uns e outros andam a fazer o que demonstra uma má articulação» , frisou. O professor de direito penal sugeriu a criação da figura de um «coordenador de processos» que correm os seus trâmites em paralelo no MP e nas comissões de protecção, de forma a permitir «uma boa circulação de informação», algo que actualmente não acontece e que prejudica os direitos superiores das crianças. O magistrado do MP Rui do Carmo, do tribunal de família e menores de Coimbra, defende profundas «mudanças estruturais», que abarquem uma «estrutura de coordenação da actividade do MP, seja judicial ou extra-judicial». A par da criação de tribunais de competência especializados, Rui do Carmo considera fundamental a prévia «especialização de magistrados» e a obrigatoriedade de um tempo mínimo de permanência nos tribunais de Família e Menores. O magistrado defende também uma modificação dos serviços de apoio, «criando-se e valorizando-se o atendimento qualificado e a assessoria técnica», juntamente com uma «necessária simplificação e concentração processuais». «Temos hoje desdobramentos processuais que se traduzem em duplicações que atrasam decisões, complicam a gestão e potenciam a sua incoerência» , alertou. A procuradora do MP Joana Marques Vidal também defende a especialização dos magistrados, referindo que «o ministério Público não tem respondido de maneira mais adequada» às necessidades da criança e da família. Fonte: O Sol, de 3-02-2007. |
TC considera inconstitucional lei que regula o apoio judiciário
sábado, fevereiro 03, 2007
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Sorteio para a eleição do Vice-Presidente do CSM
Lista A: Lista encabeçada pelo Juiz Conselheiro Dr. Vasques Dinis
Lei n.º 6/2007, de 2-2
Instituições maiores falham na educação de jovens internados

quinta-feira, fevereiro 01, 2007
"Quando se limitava a perseguir furtos no supermercado o MP era o maior
Os magistrados do Ministério Público (MP), em congresso a partir de hoje no Algarve, estão burocratizados e longe das pessoas. Cada vez mais com tendência para ver a realidade através de folhas A4. Os processos, em vez de um problema para resolver, estão transformados em objectos para si próprios. O diagnóstico é do presidente do sindicato da classe, que, em entrevista ao DN, denuncia campanhas orquestradas de políticos e empresários que visam desacreditar a magistratura que luta contra o crime.
Ler noticia integral em Diário de Noticias, de 1-02-2007.
«Pai adoptivo» vai continuar preso
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) apreciou esta quinta-feira o pedido de habeas corpus em favor do sargento Luís Manuel Matos Gomes e indeferiu-o, por maioria, por entender que «não se constata o fundamento invocado: erro grosseiro de qualificação jurídica do tipo de crime imputado - sequestro, por forma a poder afirmar inequivocamente a ilegalidade da prisão», pode ler-se no comunicado divulgado no site do STJ. O pai adoptante condenado a seis anos cadeia por recusar entregar a filha ao pai biológico vai continuar, então, preso. O destino do sargento Luís Gomes fica agora «nas mãos» do Tribunal da Relação de Coimbra, que recebeu três recursos em defesa do militar: dois da advogada de Luís Gomes, que pede a anulação da sentença por rapto da menina e o fim da medida de prisão preventiva aplicada ao militar, e um do Ministério Público, que pede a sua libertação. A decisão do Supremo foi tomada após o pedido de habeas corpus apresentado por um advogado que alega ser ilegal a detenção do sargento Luís Gomes, argumentando que o militar não cometeu crime de sequestro da criança como ficou provado em tribunal. O juiz conselheiro Pereira Machado, que presidiu à sessão púbica do STJ, refere na decisão, divulgada no site do STJ, que o pedido de habeas corpus, que foi subscrito por mais de 10 mil pessoas, foi indeferido por entender «que não se constata o fundamento invocado: erro grosseiro de qualificação jurídica do tipo de crime imputado - sequestro, por forma a poder afirmar inequivocamente a ilegalidade da prisão». «A providência excepcional de habeas corpus não se substitui nem pode substituir-se aos recursos ordinários», pode ler-se ainda no texto da decisão. O habeas corpus não é «nem pode ser meio adequado de pôr termo a todas as situações de ilegalidade da prisão», explica. Ler noticia integral em Portugal Diário, de 1-02-2007. |
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Justiça vive «clima de apaziguamento», diz Cavaco
Na abertura do Ano Judicial, no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa, Cavaco Silva garantiu que existe hoje em Portugal «uma nova vontade de diálogo» para superar «as dificuldades estruturais e uma urgência» nas reformas neste sector.
TC dá razão aos «pais adoptivos
No acórdão, citado pela Lusa, os juízes consideram «inconstitucional» a decisão do Tribunal da Relação de Coimbra, datada de 2004, que recusa a pretensão dos «pais adoptantes» em discutirem o poder paternal.
A menina de cinco anos foi entregue com três meses de idade aos «pais adoptantes», que desde então tentam adoptar a criança.
Com esta decisão, os «pais adoptantes» vão poder contestar a sentença do poder paternal, datada de 13 de Julho de 2004, junto do Tribunal da Relação, que anteriormente considerou que o casal não era «parte legítima» para discutir essa decisão.
A decisão de regulação do poder paternal terá de ser reapreciada e caso a guarda seja conferida ao casal, então a ordem de entrega da menor será revogada. Em termos práticos, a condenação a seis anos de cadeia pode cair por terra.
Os juízes sociais nos Tribunais de Menores
A justiça é demasiado importante para que a deixemos só a cargo dos juristas”. Caso de Torres Novas
Nuns dias sequestrador, noutros bom samaritano
tsf.sapo.pt/imagens/2006/02/noticias/imgs/13/...Ano judicial abre hoje

