quinta-feira, setembro 14, 2006
Relatório anual regista aumento de casos de crianças em risco
Novo Futuro
É uma Associação para acolhimento e apoio a Crianças e Jovens privados de ambiente familiar, fundada em Portugal em 1996 e reconhecida como IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social) e de Superior Interesse Social (Despacho conjunto nº580/2000 de 3/5/2000 dos Ministros do Trabalho e Solidariedade e Finanças). Porteiro e lei
quarta-feira, setembro 13, 2006
Reforma do Direito de Família e Menores
O Governo vai criar um grupo de trabalho que, até ao final do ano, apresentará propostas para a reforma do Direito da Família e Menores, disse à «Lusa» o secretário de Estado adjunto e da Justiça. Segundo Conde Rodrigues, este grupo, que estará constituído em Outubro, deverá avançar com uma actualização da Lei Tutelar Educativa, em particular no que respeita aos menores em risco, que não sofreu alterações na legislação publicada em 2000.
13 de Setembro - Dia de Acção Global para um Tratado de Comércio de Armas

Portaria n.º 955/2006, de 13 de Setembro
Paquistão: lei relativa à violação
Os movimentos de mulheres activistas paquistanesas mostraram o seu descontentamento, esta terça-feira, contra a decisão do governo de «pouco alterar» a lei relativa à violação. A oposição ao governo, mais conservadora e religiosa, negou a possibilidade desta norma islâmica ser alterada e fez exigências: «Pode passar para um crime penal, mas não deixa de ser islâmico». As activistas acusam agora o governo de ceder sem lutar e de poder tornar a lei ainda pior.
terça-feira, setembro 12, 2006
O pacto da justiça, de Eduardo Dâmaso
de 12-09-2006segunda-feira, setembro 11, 2006
Recordar o 11 de Setembro de 2001

O ataque às torres gémeas foi mais mediatizado, tendo deixado (quase) no esquecimento o atentado ao Pentágono. Eram marcantes as imagens que chegavam de Manhattan, ilustravam o sofrimento dos que tentavam sair do inferno de chamas em que se transformou o World Trade Center. Alguns preferiram até saltar dos andares mais altos das torres.
Os edifícios acabaram mesmo por ruir. No final, o balanço era negro: 2973 pessoas morreram, a grande maioria estava no World Trade Center. Muitos corpos ficaram por identificar.
sábado, setembro 09, 2006
Linha telefónica para professores vítimas de violência arranca segunda-feira
Os docentes vítimas de violência e indisciplina nas escolas podem contar a partir de segunda-feira com o apoio psicológico e jurídico de especialistas através de uma linha telefónica gratuita, promovida pela Associação Nacional de Professores (ANP).
Ler noticia integral em Portugal Diário, de 9-09-2006. |
Bloco Central trama juízes

O pacto entre o PSD e o PS na justiça, envolvendo o mapa judiciário, a formacão e a nomeacão de juízes, podendo abrir os tribunais superiores a juristas de reconhecido mérito mas com o risco de estarem próximos do poder político, deverá deixar os juízes em polvorosa, denun- ciando o perigo de politização do sistema e atentado contra o princípio da independência dos tribunais. Entretanto, o Ministério Público, mesmo com a nova lei de política criminal a ser apontada desde há meses como um perigo para a sua autonomia, deverá manter os seus poderes no novo quadro da justiça. O pacto entre PS e PSD deverá abranger, também, a escolha do novo PGR. Ler noticia integral em Semanário, de 9-09-2006. |
O Bloco Central mostra a sua raça, por Paulo Gaião

O pacto entre PS e PSD na justiça pode ser a factura a pagar pelos magistrados em relação ao caso do sangue contaminado com sida de Leonor Beleza e ao caso Paulo Pedroso. Uma nova visão jornalística para os motivos do pacto entre PS e PSD na área da justiça. Numa sociedade plural, aconselho a leitura deste artigo. |
Magistrados - Estatuto de jubilação em causa

Para juízes e procuradores que optem pela jubilação o cálculo das pensões passará a ser feito de acordo com as regras gerais aplicáveis aos colegas que optaram pela aposentação e restantes funcionários públicos, o que irá provocar uma considerável redução nas suas pensões. As novas regras, que estão previstas no pacto para a reforma na Justiça assinado ontem pelos líderes parlamentares do PS, Alberto Martins, e do PSD, Luís Marques Guedes, já mereceram as críticas dos magistrados, por considerarem que esta decisão irá “esvaziar” o estatuto de jubilação. Os magistrados jubilados, ao contrário dos juízes e procuradores aposentados, mantêm as mesmas obrigações e deveres com a Magistratura, excepto a de se apresentar no local de trabalho, e não podem ter outra actividade profissional remunerada. Por isso, o valor da pensão de um magistrado jubilado corresponde ao seu último salário. Já no caso da aposentação, a pensão é calculada de forma igual à dos funcionários públicos, mas os magistrados podem ter outras actividades profissionais remuneradas. Em média, as reformas rondam entre os quatro mil e os seis mil euros. Actualmente, os magistrados mantêm os mesmos direitos que têm na efectividade de serviço, como a casa de função ou, em alternativa, um subsídio de habitação de 700 euros, e o acesso gratuito aos transportes públicos. Direitos que vão deixar de existir para jubilados e aposentados e reforçam as críticas dos magistrados. “A Associação Sindical dos Juízes Portugueses não irá aceitar que seja desvirtuado o estatuto da jubilação”, disse ao CM o presidente, António Martins. A mesma opinião foi manifestada ao CM pelo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Cluny. A revisão dos Estatutos dos Magistrados Judiciais e do Ministério Público prevê ainda o fim da possibilidade de alternância entre a jubilação e aposentação e impõe um prazo limite para a escolha de uma das possibilidades. No acordo entre as duas forças partidárias ficou ainda estabelecido que “um quinto dos lugares de juízes conselheiros deverá ser obrigatoriamente preenchido por juristas de mérito não pertencentes às magistraturas”. Uma medida que irá mudar o ‘rosto’ de alguns tribunais, como o Tribunal Constitucional, Supremo Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Administrativo, já que até hoje apenas dois juristas por mérito conseguiram preencher as vagas de juízes conselheiros: Menéres Pimentel, ex-provedor da Justiça, e Maria dos Prazeres Beleza, jurista. |
Ler noticia integral em Correio da Manhã, de 9-01-2006.
PS e PSD assinaram acordo político-parlamentar para a área da justiça

sexta-feira, setembro 08, 2006
10º Curso de Pós-Graduação "Protecção de Menores"
Estão abertas as inscrições para o 10.º Curso de Pós-Graduação"Protecção de Menores"Prof. F. M. Pereira Coelho(2006/2007) INÍCIO DO CURSO:14 de Outubro de 2006.
FIM DO CURSO:24 de Março de 2007.
Portaria n.º 933/2006, de 8 de Setembro
Conselho de Ministros, de 7 de Setembro de 2006
Pacto PS-PSD garante lugar a juristas de mérito
O acordo político-parlamentar PS-PSD para a reforma da Justiça, assinado esta sexta-feira, prevê que «um quinto dos lugares de juízes conselheiros deverá ser obrigatoriamente preenchido por juristas de mérito não pertencentes às magistraturas», noticia a agência Lusa. A solução está contemplada no acordo, na parte relativa ao «Estatuto dos Magistrados Judiciais e do Ministério Público», que é uma das nove matérias abrangidas por este pacto entre os dois maiores partidos com assento parlamentar.
Na revisão dos Estatutos dos Magistrados Judiciais e do MP, PS e PSD acordaram ainda alterações em matéria de aposentação e jubilação, definindo que «é excluída a possibilidade de alternância entre jubilação e aposentação» e que «é fixado um prazo limite para aqueles que, satisfazendo por inteiro os requisitos previstos na lei actualmente em vigor, queiram passar à situação de jubilação ou aposentação ao abrigo dela».
Acordaram ainda que «o cálculo das pensões, em ambos os casos, passa a ser feito de harmonia com as regras gerais aplicáveis aos outros servidores do Estado, nomeadamente no que concerne à valoração do tempo de serviço».
Pacto da justiça impõe exames públicos a juízes
O pacto sobre justiça que hoje o PS e o PSD assinarão na Assembleia da República prevê a reinstauração de uma norma do Estado Novo: a obrigação de os juízes fazerem provas públicas para o acesso aos tribunais superiores. Tal medida constará na revisão do Estatuto dos Magistrados, a qual também incluiu uma outra proposta muito controversa nas magistraturas: a criação nos tribunais superiores de uma quota obrigatoriamente preenchida por não-magistrados - ou seja, por juristas (advogados, por exemplo) de mérito. Pacote para a Justiça Medidas apresentadas pelo governo "varrem" as áreas Penal e Cível. São pequenas alterações para agilizar o sistema.
No âmbito da reforma do Código Penal, a proposta do governo tipificou novos crimes: crime de tráfico de pessoas, que pode ser dirigido à exploração sexual, à exploração do trabalho ou à colheita de órgãos e é punido com penas de podem ir até 12 anos de prisão. E o crime de incêndio da floresta, que se consuma independentemente de perigo ou dano contra bens pessoais, uma vida e a integridade física, sendo punido com pena de prisão de 1 a 8 anos, mas susceptível de várias agravações. Nos abusos sexuais, consagra-se a criação de crimes de pornografia e de actos sexuais remunerados. Elimina-se a discriminação referente a actos homossexuais e heterossexuais com adolescentes com mais de 14 e menos de 16 anos, passando a requerer-se sempre o abuso da inexperiência.


