domingo, abril 30, 2006

Detidos 15 opositores em manifestação de apoio aos juízes

As detenções ocorrerem em frente da sede do Clube de Juízes, onde se concentraram cerca de uma centena de manifestantes que gritaram palavras de ordem e agitaram cartazes em apoio às exigências dos magistrados, disse Mohamed Teema, porta-voz de Kifaya.
"Entre os detidos figuram um dos dirigentes do Sindicato dos Jornalistas egípcio, e dois representantes do Movimento dos socialistas revolucionários, todos eles integrantes de Kifaya", precisou o porta-voz.
Teema assegurou que "a manifestação, apesar de ter decorrido de forma pacífica, foi dispersada com extrema violência por aproximadamente 5.000 agentes das forças de segurança que cercaram a área onde se sitia a sede do clube".
Estas detenções ocorrem dois dias depois de numa outra manifestação semelhante, no mesmo local, terem sido detidas doze pessoas.

Estes protestos inscrevem-se na campanha iniciada pelos juízes a favor da independência do poder judicial e que aumentaram depois das eleições legislativas de Novembro e Dezembro passados, nas quais alguns magistrados denunciaram alegados casos de fraude eleitoral.
A crise entre os magistrados e as autoridades egípcias agravou- se ainda mais depois de quatro deles terem relatado essas irregularidades perante cadeias de televisão árabe, o que lhes valeu a instauração de processos por "prejudicarem o país".
Os magistrados acusaram então as forças de segurança de intervir nas eleições a favor dos candidatos do Partido Nacional democrático (PND, no poder).
Fonte: RTP

Instituições não querem ser depósitos de crianças e jovens

As instituições de solidariedade "não são armazéns" de crianças e jovens com antecedentes criminais, mas nenhuma delas irá fechar as portas a quem necessita. A garantia foi dada ontem, em Fátima, pelo presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), que revelou existirem mais de 9700 menores institucionalizados, admitindo a possibilidade de existir "um problema ou outro".
Ler noticia integral em Jornal de Noticias, de 30-04-2006

Não destruam o poder judicial




Uma nota final, só aparentemente desfocada do real conteúdo deste artigo. Refiro-me à campanha intensíssima que desde há uns tempos tem vindo a ser feita contra os tribunais, imputando-lhe toda a espécie de mazelas e responsabilizando-os pelos males do país. O poder judicial é exercido por pessoas da sociedade donde emanam. Não são portanto perfeitos. E todos sabemos que nem tudo funciona bem, sobretudo na demora dos processos e outras questões que excessivas exigências processuais são susceptíveis de provocar descontentamento na opinião pública. Mas não se parta dessas eventuais deficiências para o ataque feroz que tem vindo a ser feito à nossa magistratura e a todo o poder judicial em si, que considero ser dos pilares mais sérios, mais seguros, mais sólidos da sociedade portuguesa. Em termos de justiça material, em termos de defesa dos direitos dos cidadãos, em termos de defesa da própria sociedade, em termos de seriedade dos próprios agentes, das próprias pessoas, que outro sector, actividade ou profissão lhe leva a melhor? Quem tem as grandes fortunas feitas à pressa em Portugal? São os magistrados? Quem anda para aí de ostentação em ostentação, são os magistrados? Quem aparece por aí envolvido nos interesses confinantes com o dinheiro fácil, são os magistrados? Trabalham pouco, é isso? Têm mais férias que os outros, é isso? E então não vem ninguém dizer que tudo isso é uma mentira e uma farsa porque são exactamente eles das classes que mais trabalham, que levam para casa processos e mais processos em cujo estudo esgotam grande parte dos serões, enquanto que outros, bem estimados e melhor parecidos, passam esses mesmos serões em casas de alterne no norte do país ou nas bancas do Casino, desgraçando centenas de famílias que, aqui mesmo em Coimbra, sofrem em silêncio a amargura de uma vida destruída por esses cultores da vida fácil? Farão as pessoas a mínima ideia do trabalho que dará a um magistrado, em termos de estudo, de análise, de ponderação, de reflexão, de apelo aos mais profundos sentimentos de Justiça, de respeito pelas exigências processuais, um processo que, por pequeno que seja, mexe sempre com os sentimentos mais profundos das partes envolvidas? E naqueles processos onde estão em causa valores essenciais da vida? Pensará alguém que mandar para a cadeia uma qualquer pessoa 10 ou 11 anos é tarefa fácil? Será fácil naquele emaranhado todo do diz um diz outro encontrar o fiel da balança que lhes indique a decisão justa?


Ler artigo integral em Campeão das Provincias, de 27-04-2006- Editorial de Lino Vinhal

O enigma do Juiz Peter Smith

Jackie Fisher é considerado o segundo grande almirante inglês depois de Nélson.

1841-1920

O jornal Times trouxe a história de como Peter Smith, o juiz que presidiu ao caso de alegado plágio contra Dan Brown, autor do livro Código da Vinci, incluiu uma mensagem de código na página 71 da sua sentença.


Aparentemente, os leitores deparam-se nas primeiras treze páginas da sentença com letras em estilo itálico e bold que quando compilaram por ordem deu o seguinte:

SMITHYCODEJAEIEXTOSTGPSACGREAMQWFKADPMQZVZ

Depois de algumas horas, o Times finalmente desvendeu a mensagem do juiz que era a seguinte: “Smithy Code Jackie Fisher who are you Dreadnought.”

O almirante John “Jackie” Fisher é considerado a segunda figura mais imporante na história da Royal Navy’s history, depois de Nelson.

O Juiz disse que era fã de Fisher desde 1994. Ele inseriu o código na sentença para seu próprio divertimento. "Eu nunca experei que alguém reparasse nele. Foi para o meu próprio prazer".


Fonte: Times on line

Site brasileiro: pailegal.net









Trata-se de um site brasileiro interessante que aborda várias matérias legais e jurídicas sobre a familia, caso da guarda compartilhada, pensão de alimentos, mediação, e.t.c.

Aconselho uma visita demorada.


Divorce By Mobile Phone Now Legal In Malaysia

It was over two years ago that we first reported about how a husband in Dubai divorced his wife by SMS text message from his mobile phone. The husband later admitted that it was a "joke", but it was ruled to be a legal divorce. Now, the same question has come up in Malaysia and it has been declared legal to divorce your wife by mobile phone there, as well. I'm assuming that the wives have noticeably fewer (if any) options when it comes to divorce.

sábado, abril 29, 2006

Divorce by cell phone

A court in Dubai has validated the divorce of a couple after the man sent his wife a text message on a mobile phone telling her they were divorced. The text of the message actually read: "Why are you late? You are divorced." Apparently, that's all you need to make it official in Dubai (if you're male, that is). The couple is actually still together, so I'm not sure why the case went through, but I get the feeling that I don't really understand the legal system in Dubai.

Pensamento (profundo do dia)

Leis são como teias de aranha: boas para capturar mosquitos, mas os insetos maiores rompem sua trama e escapam
Sólon - Legislador grego viveu antes de Cristo

Supreme Court of the United States



Supreme Court of The United States

The Royal Courts of Justice (Londres)



The Royal Courts of Justice, Fleet Street, London.

Rio de Janeiro: carruagem só para mulheres



O insólito vem do Rio de Janeiro: a partir de agora, comboios e "metro" da Cidade Maravilhosa terão que circular com uma carruagem a mais, exclusivamente destinada a mulheres. Parece que a ideia será a de impedir o assédio que vinha atingindo proporções insuportáveis.

Sabedor que muitas mulheres são molestadas e sofrem constrangimentos deveras graves em viagens de comboio (trem) e de metro (metrô) com carruagens superlotadas, o Governo Estadual do Rio de Janeiro aprovou (a que não deve ser alheio o facto de o Governador ser uma mulher) a criação de carruagens exclusivas para senhoras.

sexta-feira, abril 28, 2006

Portugal sem estratégia

É um autêntico "puxão de orelhas". O Tribunal de Contas (TC) da União Europeia critica Portugal por não ter uma estratégia coordenada para o estudo do abandono escolar precoce e por não apostar na prevenção (com acções para menores de 15 anos). E antevê que "poderá ser difícil" a Portugal reduzir para metade, até 2010, a percentagem dos jovens que abandonam o sistema escolar precocemente

Video "Deportation" - Canadá










Revolta no Tribunal de Benavente

A cadeira do juiz presidente partiu-se e o magistrado ficou caído no chão. Foi o início de uma manhã de revolta no Tribunal de Benavente. Do juiz presidente ao arguido toda a gente se queixou da crise que paira sobre a administração a justiça.

Ler o resto da noticia em http://www.sfj.pt/mambo/index.php?option=com_content&task=view&id=418&Itemid=1

quinta-feira, abril 27, 2006

Casamento

"Da mesma forma que não é permitido conduzir embriagado parece-me lógico que fosse proibido casar apaixonado" - dizia o Velho Samir, avô da cronista Fayza Hayat (*) e dizia bem.
Que diabo, não seriam já horinhas de se levar o casamento mais a sério?(*)
Revista Xis, Público, 18 Março 2006

Pensamento do dia (profundo)

O problema de morar sozinho é que sempre é a nossa vez de lavar a louça.

Leonard Bernstein

Instituições de apoio aos menores e famílias de acolhimento à cunha


De acordo com os dados do Tribunal de Família e Menores do Funchal, são já mais de meio milhar as crianças que foram retiradas do seu seio familiar.
Segundo Carlos Cardoso, procurador da República junto do Tribunal de Menores, neste momento, cerca de 430 crianças encontram-se internadas em instituições de solidariedade social e 112 em famílias de acolhimento.

quarta-feira, abril 26, 2006

Até que a morte nos separe

Mais de meio século de harmonia total naquele casamento.

Daí ele morre e,

... não demora muito ela também vai pro céu.

E lá encontra o marido e corre até ele:

Queriiiiiidoooooo! Que bom te reencontrar!

E ele responde: "Não vem não!

O trato foi: ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE

Chernobyl: 20 anos depois


Faz hoje 20 anos sobre a tragédia de Chernobyl.

A não esquecer.

ler artigo publicado na revista visão on line

http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=330216

Livro de leitura da primeira classe


Com o 25 de Abril vem-nos à memória as recordações de outros tempos.


Quem é que não se lembra deste livro?