Li, há dias, num jornal de distribuição gratuita um artigo sobre a adopção em Portugal.
A dado passo, para confirmar o motivo pelo qual a adopção era um processo tão moroso, o presidente de uma associação que acolhe crianças (cujo nome não recordo, porque felizmente a memória é selectiva) referiu que muitas vezes os juízes olham para os adoptantes como criminosos.
Esta afirmação lamentável, vinda de quem vem, é preocupante.
Neste país vigora o princípio do passa culpas. A culpa nunca é nossa. É sempre do vizinho do lado.
Mas como os juízes são hoje o bode expiatório de todos os males aquela afirmação tem certamente um objectivo. E a imprensa (de forma gratuita) tem por missão fazer passar a mensagem.
A dado passo, para confirmar o motivo pelo qual a adopção era um processo tão moroso, o presidente de uma associação que acolhe crianças (cujo nome não recordo, porque felizmente a memória é selectiva) referiu que muitas vezes os juízes olham para os adoptantes como criminosos.
Esta afirmação lamentável, vinda de quem vem, é preocupante.
Neste país vigora o princípio do passa culpas. A culpa nunca é nossa. É sempre do vizinho do lado.
Mas como os juízes são hoje o bode expiatório de todos os males aquela afirmação tem certamente um objectivo. E a imprensa (de forma gratuita) tem por missão fazer passar a mensagem.
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